28 de jul de 2013

Marcha das Vadias: Manifestantes quebram e utilizam como objetos sexuais imagens de santos católicos


A Marcha das Vadias do Rio de Janeiro, em seu terceiro ano consecutivo, reuniu mais de mil manifestantes na orla carioca, e causou alvoroço nas redes sociais, assumindo a liderança dos trending topics do Twitter no Brasil no início da noite. O grupo saiu às 15h20 de Copacabana pela Avenida Atlântica e foi até Ipanema, pela Avenida Vieira Souto, pedindo a legalização do aborto e o fim da violência sexual. Por volta das 19h, diminuto, o grupo voltou à Copacabana. Duas horas depois, pelo segundo dia seguido, uma manifestação entrou em espaço reservado para a Jornada Mundial da Juventude (JMJ).


O nome irônico do protesto, segundo os organizadores, teve origem no Canadá, quando um policial justificou um estupro por conta das roupas utilizadas pela mulher violentada. No Rio, o grupo reforçou a autodeterminação sobre o corpo feminino caminhando pela praia com gritos e cartazes. Num deles, a manifestante provocava: "Será preciso eu usar burca para você me respeitar?".

O tema, naturalmente, esbarrou em dogmas da Igreja Católica e em fiéis da JMJ que seguiam para o evento religioso, instalado em palco na Praia de Copacabana, na altura da Avenida Princesa Isabel. Com manifestantes usando pouca roupa e algumas delas de seios de fora, as discussões foram acaloradas. "Vou rezar por eles", chegou a dizer uma peregrina.
Integrante do grupo Católicas pelo Direito de Decidir, Valéria Marques foi chamada de assassina por outra fiel. "Sinto pena de uma mulher que oprime o próprio gênero. A organização é apenas a favor das mulheres poderem decidir o que fazer com o próprio corpo, incluindo a legalização do aborto", disse Valéria.

Radicais do movimento, no entanto, chegaram a quebrar imagens santas por volta das 16h30. Em outros momentos tensos, agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) foram insultados por manifestantes que perguntavam "Cadê Amarildo?", em alusão ao pedreiro que sumiu há duas semanas depois de prestar depoimento a policiais da UPP da Rocinha. Várias vezes, foram ouvidos gritos de "Fora Cabral".


A Polícia Militar acompanhou a caminhada com cerca de 50 PMs. Após a chegada em Ipanema, o grupo decidiu voltar para Copacabana e questionar fiéis sobre alguns tabus. Ao se aproximar do palco da Jornada Mundial da Juventude, uma barreira humana da Força Nacional foi armada em frente ao Hotel Rio Othon Palace.
O grupo fardado se estendia da calçada à areia e impedia que manifestantes se aproximassem do evento católico. Algumas manifestantes, com os seios à mostra, subiram nos ombros de companheiros e provocaram fiéis. Às 21h, o bloqueio foi furado e parte do grupo ocupou as areias nas proximidades do palco principal da JMJ.
Em nota, os organizadores do ato lamentaram a quebra de imagens. "A performance que envolveu quebra de imagens de santas na Marcha das Vadias hoje não foi programada pela organização deste evento".

Além da quebra das imagens, diversas encenações ilustraram os apelos feitos pelas feministas. Uma delas chamou a atenção por seu teor altamente polêmico, pois os envolvidos utilizaram a imagem da Nossa Senhora como objeto sexual. A cabeça da Santa virou uma espécie de consolo. Em seguida, os manifestantes quebraram as imagens e as cruzes. Por fim, uma manifestante pegou o que sobrava de uma cruz, colocou camisinha em sua base e a enfiou no ânus de seu parceiro de encenação. Tal ato assustou até mesmo outros manifestantes que não esperavam tanta ousadia. Uma delas disse que colocaria uma máscara para não ser reconhecida, já que receava represálias no trabalho.

Acompanhe as imagens e tire suas conclusões:


Manifestante colocou camisinha na base de uma cruz e introduziu no ânus de seu parceiro em público




O que você achou desse protesto?

Fotografias por Lia Ferreira/Vero
Via

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6 comentários:

  1. Sugiro as "vadias" estudarem o assunto a que vão expor seus protestos, pois não conseguiram quebrar apenas gesso, madeira, ou barro quebraram também a simpatia que haviam tendo em alguns protestos coerentes e necessários que realizaram. E o respeito aos santos católicos ficaram maiores ainda, assim como à adoração por Jesus Cristo simbolizada por uma cruz, seja de material for. Se seus anseios fossem realmente pela "paz", saberiam respeitar e assim seriam respeitadas, independente de suas crenças. É uma pena tamanha apelação e violência em nome da "paz".

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  2. A constituição legitima a liberdade religiosa, preservando, no entanto, a laicidade do País. Dessa maneira, o Estado deve promover um clima de compreensão religiosa, banindo, para tanto,toda forma de intolerância. Lembro-me bem, do famoso episodio no qual um bispo, pastor- não sei bem- chutou uma imagem da igreja católica quebrando a mesma, esse fato teve uma imensa repercussão midiática e de fato configurou-se como uma falta de respeito. O que me pergunto, entretanto, é, cadê a mídia que alardou anos atrás esse fato? Não foram ainda mais intolerantes estes manifestantes?

    Acorda brasileiros vocês estão sendo manipulados. E esta que te manipula- a mídia- tem um poder ainda maior do que o Estado, pois esta forma opiniões.


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  3. “escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa; impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso. Pena – detenção de um mês a um ano, ou multa”. Código Penal, artigo 208

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  4. "Marcha das vadias" saindo do termo irônico para o termo literário de vadias sem respeito, mas não vou atirar a primeira pedra nestas vadias a vida se encarrega para este tipo de pessoa.

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  5. lesbicas como sempre, e gays. o sonho da lesbica é ser melhor que o homen. vcs são doentes mentais queridas tem que se tratar e receber medicação. lesbica é o que satanaz tem de melhor para esses dias usando a mulher. a mulher é um ser susceptivel a voz de satanaz, é só lembrar do caso de eva.

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  6. Tenho do das pessoas que fizeram isto na Bíblia ta escrito Ai daquele por onde vem o escândalo

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