29 de jul de 2013

Conheça o caso da mulher que sonha em ficar paraplégica


Ficar preso em uma cadeira de rodas para o resto de sua vida seria o pior pesadelo para a maioria das pessoas, mas não para Chloe Jennings-White. A química de 57 anos, de Salt Lake City, Utah (EUA), tem um desejo natural de se tornar uma paraplégica (paralisada da cintura para baixo).

Chloe vive a vida de uma pessoa com deficiência. Ela se movimenta em uma cadeira de rodas e usa muletas longas que travam no joelho para lhe permitir a deambulação com muletas. Mas quando ela precisa subir ou descer um lance de escadas, ela simplesmente se levanta e anda como uma pessoa normal.


Como a maioria das pessoas paralisadas, ela adora atividades ao ar livre, só que ao invés de usar o equipamento especializado para permitir tais atividades, ela simplesmente vai em caminhadas de 12 horas na floresta, desce encostas perigosas, sobe montanhas, como uma pessoa normal. Chloe Jennings-White não é prejudicado fisicamente, ela só gosta de sentir como ela é. Em 2008, os médicos diagnosticaram-na com Desordem de identidade da integridade corporal (DIIC), uma síndrome que faz o paciente querer amputar uma ou mais partes perfeitamente saudáveis do corpo.

Para resistir a impulsos de danificar a espinha e cumprir seu desejo de tornar-se paralisada, os médicos sugeriram que ela usasse uma cadeira de rodas e aparelhos especiais. Ser capaz de passar a maior parte do seu tempo como um paraplégica foi um alívio enorme para Chloe, mas ela admite que às vezes fantasia sobre sofrer um acidente ou um acidente de carro que realmente danificasse suas pernas.


Em 2010, a americana encontrou um médico que se prontificou a ajudar ela a se tornar uma deficiente física ao cortar seus nervos ciático e femoral ao preço de 16 mil euros.

"Pode ser que eu nunca consiga pagar por isso, mas eu sei, de verdade, que não vou me arrepender se um dia eu puder", afirmou Chloe.

Desde que ela era uma garotinha, Chloe sempre sonhou em ficar paralisada da cintura para baixo. Ela tinha uma tia que era uma paraplégica desde seus 20 anos depois de sofrer um acidente de bicicleta. Então com nove anos, ela  subiu com sua bicicleta em um palco de madeira com a única intenção de cair e quebrar a espinha.


Ela só tinha um enorme desejo de ser como sua tia Olive. Só que no tombo, a bicicleta acabou caindo em seu pescoço, e foi aí que ela percebeu que tais manobras perigosas poderia deixá-la paralisada do pescoço para baixo, algo que ela não queria.

Quando ela tinha 10 anos de idade, Chloe enrolava bandagem com um pedaço de madeira em suas duas pernas e isso a fez se sentir muito melhor. Seus desejos eram muito diferentes, de modo que ela fingia ser paraplégica as escondidas.


Chloe estudou química na Universidade de Cambridge, e foi enquanto trabalhava no Instituto de Pesquisa de Stanford que o DIIC realmente começou a tomar conta dela. Ela sonhava com sua bicicleta de infância batendo em uma parede de tijolos em seu caminho de casa.

Ainda assim, ela conseguiu controlar seus impulsos, até que ela desenvolveu fibromialgia (dor e sensibilidade nos músculos, tendões e articulações), com 31 anos. Isso a obrigou a desistir de atividades que amava fazer, como jogar tênis, mas também, finalmente, deu-lhe uma desculpa para usar muletas em público. Ela nunca disse a ninguém sobre seus desejos estranhos pensando que iriam considerá-la louca.

Ela mesma achava que era louca só de pensar nessas coisas. Até que ela finalmente começou a fazer terapia. A partir de então, Chloe parou de sentir vergonha do distúrbio e contou o que sentia para a família e amigos. As pessoas a sua volta foram bastante compreensivas.

Via

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4 comentários:

  1. SEM DUVIDA ESSA TIPINHA É NÓIA !!!


    TOTAL ALIEN

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  2. Ta parecendo ke alguém ker dar uma de insana mental pra não precisar trabalhar e viver as custas do sistema previdênçiario né tia... aki no brasil tem um monte desses....

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  3. Doente = Tratamento !

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  4. Que mistérios nos trazem a mente humana!!!

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