8 de set de 2013

‘Comemos no McDonald’s carne para cachorros’, diz especialista


Jamie Oliver denunciou uso de hidróxido de amônio pela rede McDonald’s para converter sobras de carne gordurosas em recheio para seus hambúrgueres nos Estados Unidos. A empresa anunciou que vai mudar sua receita de hambúrguer

Após o chefe de cozinha e ativista Jamie Oliver descobrir – e divulgar em seu programa de TV – que a rede McDonald’s utiliza hidróxido de amônio para converter sobras de carne gordurosas em recheio para seus hambúrgueres nos Estados Unidos, a marca anunciou que mudará a receita, segundo informações do jornal Mail Online. “Estamos comendo um produto que deveria ser vendido como a carne mais barata para cachorros e, após esse processo, dão o produto para humanos”, disse Oliver. “Por que qualquer ser humano sensato colocaria carne com amônio na boca de suas crianças?”, questiona.

O processo de conversão da carne é feito por uma empresa chamada Beef Products Inc (BPI), segundo o jornal. O veículo afirma ainda que esse processo nunca foi utilizado no Reino Unido, nem na Irlanda – que utilizam a carne de produtores locais. O McDonald’s negou que tenha sito forçado a trocar sua receita por causa da campanha de Oliver. O jornal diz ainda que outras duas redes de comida rápida, Burguer King e Taco Bell, já tinham sido pressionadas e removeram o hidróxido de amônio de suas receitas.

Na América Latina, a Arcos Dorados, empresa que opera a marca em toda a região, informa que “o aditivo em questão não é e nunca foi utilizado como ingrediente em qualquer processo da cadeia produtiva da marca”. A companhia acrescenta que os hambúrgueres são preparados com 100% de carne bovina e que toda a produção é validada pelas autoridades regulatórias locais.

SIGNIFICADO DE HIDRÓXIDO DE AMÔNIO

O hidróxido de amônio, de fórmula química NH4OH é uma base solúvel e fraca, só existe em solução aquosa quando faz-se o borbulhamento de amônia (NH3) em água.

Hidróxido de Amônio não é considerado cancerígeno pela OSHA.

Resumo de riscos: Nocivo quando ingerido, inalado e absorvido pela pele. Extremamente irritante para mucosas, sistema respiratório superior, olhos e pele.

Efeitos agudos: A inalação pode causar dificuldades na vítima como consequência: espasmos, inflamação e edema de garganta, pneumonia química e edema pulmonar.

Efeitos crônicos: A exposição repetida ao produto pode causar tosse, respiração ruidosa e ofegante, laringite, dor de cabeça, náusea, vômito e dor abdominal.

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6 comentários:

  1. o Título diz ‘Comemos no McDonald’s carne para cachorros’, diz especialista...
    1 - Igual a outros sensatos nunca nem entrei nessas empresas de fast food.
    1 - A matéria deveria ser mais abrangente, não é apenas essa situação que faz do fast food um péssimo hábito alimentar. Não preciso ser especialista para sentir que algo de muito errado acontece com essas empresas.

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    1. Enrico, cala a boca!

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    2. Isso é tudo que um anônimo tem a dizer. Um pouco vago, mas o que vale é a intensão.

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  2. Manchete apelativa.Se for pesquisar ingredientes químicos em tudo que comemos, vai todo mundo morrer de fome.Quem achar ruim,vá comer capim no mato.

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  3. Pessoal, vamos respeitar os internautas e colocar apenas conteúdos agregadores. Este tipo de post é totalmente equivocado e malicioso. Sugiro o site E-farsas que desmistifica este e outros semelhantes.Imaginem só quando as empresas começarem a processar por difamação este tipo de conteúdo...

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  4. Tony Ramos bem que avisou! kkkkkkkkkk

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